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ACUPUNTURA PODE AJUDAR OS CASAIS QUE QUEREM TER UM RELACIONAMENTO MAIS INTENSO E PRAZEROSO


A terapia age diretamente no sistema nervoso central mais especificamente no hipotálamo, no córtex cerebral e no sistema nervoso autônomo parassimpático. Este último ao ser estimulado pela acupuntura facilita uma excitação sexual mais duradoura, tanto em homens como mulheres.
“Para quem quer apenas melhorar a performance sexual, basta uma sessão por semana até chegar ao ponto que deseja. Já o paciente que apresenta baixo desempenho sexual deve fazer duas sessões por semana até surgir a melhora, que ocorre geralmente por volta dos dois meses de tratamento”, explica o acupunturista Dr. Márcio De Luna, presidente da Associação Brasileira de Acupuntura do Rio de Janeiro (ABA-RJ) e coordenador geral do Programa de Pós-graduação em Acupuntura do Instituto Brasileiro de Medicina Tradicional Chinesa (IBMTC).
Talvez por estarem mais predispostos a procurar ajuda, os homens sempre são mais beneficiados pela ciência quando o assunto é a melhora do desempenho sexual. Vale lembrar que no caso da acupuntura, as mulheres também podem ser beneficiadas. Segundo o Dr. Luna, as mulheres nunca o procuram para tratar este tipo de problema, mas depois que ele fala das contribuições  e possibilidades terapêuticas da acupuntura, inclusive nos distúrbios orgásmicos e disfunções eréteis, elas começam a se interessar e até aderem ao tratamento.
Originária da China, a acupuntura tem uma história milenar de mais de 2.500 anos.  Mas, apesar do tempo, vem se apresentando como um método atemporal, flexível, adaptável, auto-renovável, universal e científico. Uma importante prova disto é a lista de 40 condições patológicas, compiladas em 1979, nas quais a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda o tratamento com o método e também a lista do Centro de Medicina Alternativa e Complementar do National Institutes of Health (NIH) oriunda do consenso de 1997.
O método acaba de entrar também para a lista de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). A decisão foi tomada na terça-feira (16/11) durante a V sessão do Comitê Intergovernamental da Unesco, em Nairóbi, no Quênia.

   

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